Direcionamento Estratégico

Antes de acelerar, decidir para onde.

Definimos posicionamento, jornada do cliente e modelo de crescimento com clareza, para que marketing, vendas e experiência do cliente trabalhem na mesma direção.

Quando faz sentido

Você talvez se reconheça em alguma destas situações.

“O produto entrega valor, mas o mercado não parece perceber esse valor ainda.”

“Marketing gera oportunidades, mas vendas não converte. Ou o contrário.”

“Os concorrentes parecem todos iguais, e a sua empresa também.”

“Vai iniciar uma nova fase e precisa decidir como fazer isso sem perder a credibilidade construída.”

Sem direção, cada área otimiza a sua parte.

Marketing busca volume, vendas busca fechamento, o produto evolui conforme os pedidos dos clientes. Cada decisão faz sentido isoladamente, e o conjunto não leva a lugar nenhum.

O Direcionamento Estratégico cria o ponto de referência comum: as escolhas que todas as áreas passam a seguir.

Nesta etapa, não há execução operacional. O foco é decidir bem, para investir com consciência depois.

O que é definido

As perguntas que orientam as próximas decisões.

Cada empresa chega com perguntas diferentes. Estas costumam estar no centro do trabalho.

Que espaço a empresa quer ocupar, e por que esse espaço faz sentido neste momento?

O produto e a oferta correspondem ao que esse cliente procura?

Para quem a empresa existe, e o que esses clientes realmente valorizam?

A experiência com o produto e o atendimento sustenta o que a marca promete?

Como marketing e vendas levam a oferta ao mercado?

Onde concentrar esforços primeiro, e em que ritmo investir?

O posicionamento também se prova no produto.

Uma marca que se posiciona pela proximidade com o cliente, por exemplo, não se sustenta se o atendimento só responde por formulário. Quando o posicionamento depende de mudanças no produto ou no atendimento, elas fazem parte do direcionamento, mesmo que não tenham sido pedidas.

Como o trabalho acontece

Da leitura à decisão.

A direção não é definida à distância da liderança. Ela é construída com quem precisa tomar e sustentar essas decisões.

Primeiro, ampliar a leitura

Olhar a empresa de fora para dentro e ouvir quem vive o negócio, sem antecipar soluções.

Depois, decidir

Transformar essa leitura em escolhas que façam sentido para o mercado e para o negócio que vai colocá-las em prática.

O que a empresa recebe

Uma direção que dá para seguir.

Não é um documento para a gaveta. É a base que orienta as próximas decisões.

Decisões estratégicas consolidadas, para referência comum entre produto, marketing, vendas e canais.

Alinhamento com a liderança sobre o caminho escolhido.

Cenários para a fase seguinte, conforme o investimento e o ritmo que fazem sentido.

Recomendações para o produto e a experiência do cliente, quando o posicionamento depende delas.

Quando o escopo é menor

Às vezes, parte da direção já está clara.

Nesses casos, trabalhamos em frentes específicas. Antes de definir o escopo, avaliamos se a frente escolhida realmente resolve o problema. Mesmo em um escopo delimitado, ela é analisada dentro do contexto que a torna necessária.

Revisão de posicionamento

Redesenho da jornada do cliente

Revisão da arquitetura de marketing e vendas

Planejamento de lançamento ou expansão

Alinhamento entre produto e posicionamento

Depois do Direcionamento

A direção definida vira prática.

A empresa pode seguir com o próprio time, com a Ahá ou com parceiros. O acompanhamento é opcional, para quem quer revisar as prioridades a cada ciclo.

Acompanhamento Contínuo

Ciclos de leitura e decisão para a estratégia evoluir com a própria operação.

Execução da Estratégia

As decisões colocadas em prática, diretamente, com o seu time ou com parceiros.

Saiba mais

Perguntas frequentes

Preciso fazer o Diagnóstico Integrado antes?

Não necessariamente. Você não precisa chegar sabendo qual solução contratar. Na conversa inicial, entendemos o momento da empresa, o que motivou a busca e a natureza do desafio. A partir disso, avaliamos se faz sentido começar pelo Diagnóstico Integrado, pelo Direcionamento Estratégico ou por uma frente mais específica.
O Diagnóstico Integrado entra quando é necessário investigar o problema com mais profundidade antes de definir o caminho.

Depende do contexto da empresa e do escopo definido. O cronograma é apresentado na proposta, depois da primeira conversa.

Na conversa inicial, basta compartilhar o contexto da empresa, o que motivou a busca e o que você espera resolver. Se houver um projeto, a empresa precisará disponibilizar tempo da liderança e acesso às informações necessárias para compreender o negócio. Também é importante ouvir quem participa das decisões e vive os desafios no dia a dia.


Não buscamos volume de documentos, mas contexto suficiente para fazer as perguntas certas.

Sim, quando o desafio estiver suficientemente delimitado. O Direcionamento Estratégico pode ser organizado em escopos específicos, como revisão de posicionamento, redesenho da jornada do cliente, revisão da arquitetura de marketing e vendas, planejamento de lançamento ou alinhamento entre produto e posicionamento.


Na conversa inicial, entendemos o contexto necessário para indicar se uma frente específica é adequada ou se é melhor começar por uma investigação mais ampla.

Vamos entender o momento da sua empresa?

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